Cálculo Renal
A popular pedra nos rins é responsável pela temida cólica renal, acomete cerca de 10 a 13% da população, sendo superior nos homens (12%) em comparação com as mulheres (5%), a maioria adultos entre 20 e 45 anos. Mas pode ocorrer da infância à velhice.
Os cálculos renais podem se desenvolver sem causar grandes dores e progressivamente irem aumentando de tamanho dentro dos rins, silenciosamente. Ao contrário, podem mostrar o ar da graça através da terrível cólica renal, ou seja, o momento em que uma pedra menor entra no ureter, geralmente de forma súbita, sem nenhum aviso prévio.
Alguns dizem: “é 20 vezes pior que dor de dente”, “parece uma faca sendo enfiada nas costas”, ou “é como uma prensa achatando o corpo, cada vez mais e sem parar” ou “dói mais que dor de parto”.
Por outro lado, 80% das pessoas que tem cólica renal acabam eliminando os cálculos, desde que tenham até 5 mm de tamanho. O restante necessita de algum tratamento intervencionista, usando tecnologias que tem nos auxiliado muito.
A maioria dos cálculos são a base de cálcio, cerca de 80%, outra parte a base de ácido úrico (10%) e o restante causados por estruvita ( muito frequente em quem tem infecção urinária, especialmente na mulher ) e cistina ( mais frequente em jovens ).
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Opções de tratamento para retirar os cálculos
Até a década de 1980, a medicina dispunha apenas de um método para remover os cálculos urinários, não eliminados espontaneamente, nem dissolvíveis: a cirurgia aberta. Um corte de 10-20 cm era realizado na região lombar do paciente. Hoje a cirurgia aberta ainda pode ser indicada, mas em casos restritos. De lá para cá três métodos revolucionaram o tratamento intervencionista: A Litotripsia por ondas de choque, chamada LECO, a Ureteroscopia e a cirurgia percutânea.
Leco
Também foi uma revolução dentro da medicina e especificamente da especialidade urológica. Especialmente para casos em que a LECO não é opção. Aqueles cálculos maiores de 2 cm, os outros chamados coraliformes, praticamente ocupando todo o espaço no interior do rim, portanto volumosos e infectados.
- É feito um orifício de 1 cm nas costas do paciente.
- Em seguida, por esse orifício introduz um aparelho chamado nefroscópio que permite ver imagens dos rins em uma tela de vídeo.
- O cálculo pode ser retirado inteiro com pinças quando até 1 cm.
- Se for maior pode ser fragmentado com brocas de ultra-som ou laser.
Ureteroscopia
É também um procedimento cirúrgico feito com anestesia.
- Um aparelho endoscópico bastante fino (ureteroscópio) é introduzido na uretra, passa pela bexiga, entra no ureter e chega no cálculo.
- Sendo pequeno pode ser apanhado com cesta ou pinça e ser retirado.
- Sendo um cálculo maior, é fragmentado no próprio local com uma destas fontes de energia: ultra-som, pneumático balístico ou laser.
- Em mãos experientes o sucesso beira a 95%. O que significa tirar o cálculo e, no dia seguinte receber alta e voltar a vida normal. Em alguns casos é necessário deixar um cateter dentro do ureter que chamamos cateter duplo J (enrrola uma ponta no rim e outra dentro da bexiga), o qual protege o rim, facilitando a drenagem e pode ser retirado em até 2 meses.
Dispomos de todas as tecnologias acima para intervir nos cálculos do aparelho urinário. Importante saber que uma vez feito o diagnóstico, cada caso deve ser analisado individualmente a fim de indicar o procedimento mais adequado.
Veja o vídeo de uma cirurgia percutânea
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Sobre
Com 35 anos de experência, Dr. Antonio, é formado pela UFSM. Especializou-se em Cirurgia na cidade de Porto Alegre e no ano de 1990 veio para a cidade de Cascavel/PR, a qual reside até hoje.
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